Camila Restrepo
Sócia · Arquitetura
Desenha topologias de nuvem há mais de uma década. Começou em infraestrutura física e nunca perdeu o hábito de perguntar onde as coisas realmente rodam.
Começamos em 2015 ajudando uma transportadora a sair do porão do escritório para a nuvem. De lá para cá, o trabalho mudou de escala, mas a ideia continua a mesma: manter o essencial de pé.
Quem somos
Somos onze pessoas. Preferimos assim. Cada cliente fala com quem realmente desenha e opera o ambiente, não com uma camada de intermediários. Quando entramos em um projeto, a mesma equipe acompanha do diagnóstico ao plantão.
Não perseguimos a tecnologia da moda. Perseguimos ambientes que continuam funcionando quando o time do cliente está dormindo — e contas de nuvem que fazem sentido no fim do trimestre.
Nossa trajetória
Dois engenheiros, um contrato e a promessa de tirar uma transportadora do servidor debaixo da mesa. Deu certo — e virou método.
Percebemos que migrar não bastava: os ambientes precisavam de cuidado depois. Nasce a operação gerenciada, com plantão e relatório mensal.
A conta da nuvem crescia sem controle na maioria das empresas. Montamos uma frente dedicada a previsibilidade e revisão de custos.
Cruzamos a marca de cem migrações concluídas sem perda de dados. O que era exceção passou a ser rotina documentada.
Uma equipe enxuta, contratos de longo prazo e clientes que voltam para a próxima etapa. É esse o negócio que queremos manter.
A gente não vende tecnologia. Vende noites tranquilas para quem responde pela operação.
Camila Restrepo — sócia-fundadora
Como pensamos
Não são frases de parede. São critérios que usamos para decidir arquitetura, priorizar incidentes e recusar atalhos que cobram caro depois.
Toda complexidade cobra manutenção. Só a adotamos quando o ganho é claro. Um ambiente que a equipe entende inteiro é um ambiente que se recupera com agilidade.
Cada escolha de arquitetura vem com o porquê registrado. Seis meses depois, ninguém precisa adivinhar a razão de uma configuração.
Tratamos a fatura da nuvem como parte da engenharia, não como problema do financeiro. Recurso ocioso é dívida técnica com valor em reais.
Quando algo falha, contamos o que houve e o que mudou para não repetir. Sem maquiagem no relatório, sem esconder a causa raiz.
Entregamos código, acesso e conhecimento. Se um dia você quiser assumir a operação por conta própria, o caminho está aberto.
Plantão bem organizado evita heroísmo. Equipe descansada erra menos e responde melhor no momento que importa.
Quem conduz
Sócia · Arquitetura
Desenha topologias de nuvem há mais de uma década. Começou em infraestrutura física e nunca perdeu o hábito de perguntar onde as coisas realmente rodam.
Sócio · Operação
Responsável pelo plantão e pela cultura de resposta a incidentes. Acredita que o melhor incidente é aquele que a arquitetura evitou silenciosamente.
Líder · FinOps
Traduz linhas de fatura em decisões. Já devolveu ao caixa de clientes o equivalente a vários contratos anuais só ajustando reservas e desligando o ocioso.
Engenharia · Dados
Cuida das migrações onde o banco de dados não pode piscar. Metódico ao ponto de ensaiar cada janela de corte antes de encostar em produção.
Engenharia · Plataforma
Automatiza o que seria repetitivo. Escreve infraestrutura como código para que ambientes nasçam iguais, previsíveis e fáceis de auditar.
Relação com clientes
Ponto de contato entre a engenharia e o negócio. Garante que cada relatório mensal seja lido por quem decide, não arquivado sem abrir.
Marque uma conversa. Contamos com franqueza o que dá para fazer no seu ambiente e em quanto tempo.